Modelagem para Data Warehouse

Um paradigma bem interessante, sair da modelagem relacional que sempre trabalhei e focar na multidimensional.
São duas modelagens bem diferentes, com objetivos opostos.
Em suma, a modelagem relacional foca em organização.
O modelo relacional, com muitas tabelas, interligações intermináveis não atendem um DW.
Não que seja ruim ou errada, nada disso. Ela simplesmente não atende aos objetivos de um Data Warehouse.
“O objetivo de um Data Warehouse é suprir as necessidades posteriores à informatização de uma empresa de médio e grande porte. Uma empresa que se inicia pequena, gerencia suas informações de forma simples, com planilhas e documentos, pois o volume de informações é pequeno. Com o decorrer de seu crescimento e o aumento do volume de vendas ou transações, ela passa a ter a necessidade de obter sistemas de controle empresarial destinado ao seu ramo de atuação no mercado.”
(http://imasters.com.br)

O que me pega ainda, nessas primeiras semanas são os automatismos, eu começo a modelar pensando relacional.
Quando estou na quinta tabela, pensando em Chaves Estrangeiras em todas, me vem: Não pode.
Na modelagem multidimensional existem as Dimensões obviamente e as Fatos.
Dimensões são sempre chaves estrangeiras nas Fatos. Nas tabelas Fatos, ficam todo o conteúdo quantitativo e nas tabelas dimensões ficam os filtros, por qual tema poderá sera gerado o relatório.

Basicamente é assim, mas não existe uma receita de bolo, vale a regra clássica do “cada caso é um caso”.
Semana que vem eu publicarei minhas primeiras modelagens, pois assim, conseguirei estudar mais.

Modelagem e qualidade de dados

Modelagem e qualidade de dados sempre me agradou, gosto muito de modelar, arquitetar bancos de dados. Sempre começo a modelagem de um banco, pensando que ele pode e provavelmente irá evoluir. Mas claro, a pós em Business Intelligence (BI) já me mostrou que algumas das minhas verdades absolutas, não valem muito. Nada como um curso em um ambiente muito mais profissional para dar uma balançada.
Um dos pontos fortes dessa matéria, mais uma vez o professor. Carlos Barbiere (Blog) tem um currículo vasto, muito conhecimento e experiência, sem contar a sua enorme didática em sala de aula. Em poucos minutos de aula, ele desperta o interesse pelo que vai ensinar, com exemplos sempre reais e próximos da realidade dos alunos.

Um Data Warehouse (DW) de sucesso, bem estruturado e modelado vai de acordo com as escolhas corretas das estratégias a serem seguidas, de forma que sejam adequadas às necessidades que o (DW) precisa atingir.
Os conceitos de Modelagem Multidimensional, Modelagem Entidade-Relacionamento e Modelagem de Dados Corporativos podem garantia a confiabilidade dos dados e a claro, a qualidade nos resultados apresentados ao usuário.

Livro que recebi em sala e já estou lendo, a cada dia mais entusiasmado com esse mundo do BI.

A primeira aula dele na pós foi ontem, então… À leitura!

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Gestão de Performance Corporativa

A primeira matéria do curso que me chamou a atenção. Graças também, claro, ao empenho da professora Patrícia França (LinkedIn) em puxar os alunos para dentro do conteúdo.

Corporate Performance Management (CPM), o que é isso?

No meu intendimento que ainda precisa ser muito amadurecido, Gestão de Performance Corporativa é um conjunto de conceitos, processos com apoio tecnológicos usados para que o tomador de decisão em uma empresa, tenha informações consolidadas e em tempo hábil para fazer o seu trabalho, de forma mais simples e seguro, que é o esperado.
Hoje em dia, as empresas ainda perdem tempo e se arriscam em decisões que podem comprometer seu futuro. Por isso a Gestão de Performance Corporativa é tão importante,  para que o gestor consiga criar uma estratégia corporativa corretamente alinhada com os objetivos do corporação.
Porém, tudo isso depende de um “patrocínio” alguém que tome decisões dentro da corporação precisa comprar, bancar o seu trabalho. Pois um DW bem feito, não fica pronto em 1 dia e depende muito da colaboração de departamentos importantes na empresa.

Os empregados entendem o seu papel dentro da empresa, que eles são importantes pelo desempenho da empresa, seja ele qual for.
Mas, nem todos sabem o quanto realmente eles tem de importância nos processos. Muitos problemas continuam existindo por anos ou ficam sem responsável porque ninguém, departamento algum foi diretamente designado para isso.
Logo, o gestor não como cobrar resultados.
Com isso, CPM contempla processos, métodos e principalmente indicadores gerados por sistemas de informação para gerenciar o desempenho em cada estratégia traçada pelo gestor.

Pós em Business Intelligence

Depois de quase 6 anos formado em Analise de Sistemas, mesmo fora do que era planejado, me matriculei em uma pós.

Mas, não em qualquer pós, essa conseguiu me conquistar pelo conteúdo oferecido e ainda casou o cronograma de aulas com exatamente o que eu precisava.
Um amigo me falou do curso, que estava seriamente interessado e me passou o link com os detalhes do curso.
Foi praticamente imediato, comecei a ler, pesquisar sobre Business Intelligence, Big Data e data warehouse pois eram assuntos que eu já conhecia mas mesmo assim, estavam um pouco distantes da minha realidade profissional, mas sempre me deixava ir para o lado dos bancos de dados.
Eu já havia trabalhado bastante com ETL, OLAP, mas nunca pensando em uma solução de BI.

 

Pós Graduação em Business Intelligence Puc Minas
O Curso de Especialização em Business Intelligence foi concebido de modo a buscar o preenchimento de uma lacuna na formação avançada dos profissionais que atuam na área de banco de dados e em projetos de BI que é ampliar sua visão sobre o negócio da empresa para propor e construir soluções para apoio à decisão simples, inteligentes e mais confiáveis, além de serem, no que concerne a arquitetura tecnológica, adequadas e eficazes. É justificado pelo crescimento do mercado de Business Intelligence na América latina – especialmente no Brasil – o que já direciona para uma demanda real por profissionais capacitados com competências para entender bem as estratégias e necessidades do negócio e gerenciar, projetar e desenvolver projetos de Business Intelligence.
Conteúdo específico

– Introdução a Business Intelligence
– Gestão de Performance Corporativa (CPM)
– Gestão do Conhecimento
– Web Mining e Inteligência em Redes Sociais
– Métodos Quantitativos
– Projeto e Construção de Aplicações ETL
– Projeto e Construção de Aplicações OLAP
– Solução BI Microsoft
– Solução BI ORACLE
– Solução BI IBM
– Gerenciamento de Projetos em Business Intelligence
– Utilização de Padrões no Desenvolvimento de Aplicações

Mais informações: Site Puc Minas

Empresas que não sabem divulgar suas vagas

Sou cadastrado em alguns serviços de divulgação de vagas, sigo blogs, sites.
E tenho recebido e acompanhado casos de empresas que divulgam vagas que jamais serão preenchidas da forma como são solicitadas.

Sim, empresas que querem contratar um verdadeiro “Guru da Tecnologia”, um profissional que tenha conhecimento de tudo, que consiga resolver qualquer questão.
Vejam um exemplo, uma oportunidade que recebi por e-mail:
Claro, o bom profissional não pode se dar ao luxo de não se atualizar, de sempre procurar novos conhecimentos, de se manter por dentro do mundo tecnológico.
Mas as empresas continuam com suas vagas para profissionais “Jedi”.
Querem o profissional que consiga dominar plataformas de desenvolvimento que são completamente diferentes, quase opostas.
E todos sabem, não adianta querer abraçar o mundo.

Você precisa sim, ter conhecimentos bastante amplos, mas querer dominar por completo, todos os meios de trabalho, não vai funcionar.
Você vai acabar como muitos, sabendo um pouco sobre muita coisa.
Mas não seria melhor, saber muito sobre algumas coisas mais especificas?
Claro, sem fechar os olhos para todo o resto.

E mais, oferecem valores distantes da realidade, querem o super profissional, a preço de banana.
Logo, as vagas nunca são preenchidas.
Com isso, as empresas conseguem se complicar ainda mais, enviando a mesma vaga, por duas ou mais vezes para uma mesma pessoa.

O mercado de trabalho de TI em Belo Horizonte

Você é um profissional de verdade?
Pense bem antes de dizer que sim, mas se tem certeza, o mercado de trabalho de tecnologia e sistemas de informação em Belo Horizonte, procura por você!

Há mais de cinco anos, eu digo aos meus amigos e colegas de trabalho: “O mercado em BH é voraz!”.
As empresas procuram por profissionais diariamente, mas, a questão é que elas procuram pelos melhores.

O profissional qualificado é uma espécie rara no mercado de BH, faltam profissionais de fato, os verdadeiros, esses são poucos.
Grande parte das pessoas que atuam na área, o fazem por curiosidade e, talvez, por pensarem ser este o emprego dos sonhos, mas, de aventureiros e experimentadores o mundo tá cheio! A cada esquina, basta colocar um anuncio de emprego, que eles aparecem aos montes.

Mesmo entre os profissionais com formação acadêmica, os aventureiros existem. Nos cursos de TI, SI ou algum outro afim, na maiorias das vezes, menos de 10% dos alunos atuarão de fato na área de maneira decente. Não adianta criar falsas expectativas, pois essa questão dos aventureiros ou pessoas que desconhecem de fato como é o trabalho de um profissional de tecnologia é uma realidade muito forte.

Muitos cometem o absurdo de chegar em sala nos primeiros períodos e questionar a necessidade de algumas matérias, como Matemática computacional, metodologia entre outras. Matérias que são básicas para qualquer pessoa que queira uma formação em qualquer ciência exata. Não conseguem avaliar de forma prática, a relevância das mesmas em um contexto amplo de atuação na área, e com isso, perdem a chance de se formarem profissionais mais completos, e não meros usuários virtuais.

Fique atento, pois o mercado pede profissionais realmente qualificados e não curiosos ou simplesmente pessoas que gostam de utilizar a internet como ferramenta básica do dia a dia. Claro que essas características podem motivar o sujeito a se envolver na área e até mesmo ser a mola propulsora de uma escolha profissional, mas o que eu quero deixar muito claro, é que a prática mostra que somente essas características não conseguem transformar um usuário em um bom analista, ou programador, coordenador de Ti, etc. É preciso mais, é preciso não se acomodar ao aquecimento do mercado e não se iludir com os altos salários.

Mesmo aos que seguem carreira, concluem o curso, algo que eu nunca fiz e não pretendo fazer: “Levantar bandeira” de qualquer linguagem, plataforma, metodologia ou algo parecido.
Linguagem e plataforma boas são as que pagam o meu salário, eu sempre disse isso.
Claro que se especializar é importante e muito útil, mas fixar, idolatrar alguma plataforma ou linguagem, pode te fazer parar no tempo e não progredir junto com o mercado. É preciso se manter antenado e ligado as demandas do mercado e estar disposto a sempre se manter atualizado. Se em outras áreas já é regra básica se manter atualizado, o que dizer da área de TI, em que as mudanças ocorrem de forma rápida e muitas vezes com pouco tempo para assimilação.

Atualizar é preciso, não se prender a ideologias, não defender, levantar bandeira de nada, pois isso raramente vai pagar o seu salário e dificilmente se sustenta por muito tempo. Só se você for representando ou profissional exclusivo de alguma empresa que venda ou comercialize de alguma outra forma uma metodologia, plataforma ou linguagem.
Então, é isso, seja flexível, muito curioso e esteja disposto a trabalhar muito.
Mas não se esqueça, ser somente curioso vai te fazer um ótimo “fuçador” graduado em axiomas.

Quais os motivos para você ter um blog?

Em primeiro lugar, as respostas, na verdade me ajudaram a responder: “Qual o real motivo, que eu tenho, para ter um blog?”
Eu, vejo um blog como o meio de comunicação com melhor relação custo e beneficio para se manter atualizado.
Quando você escreve ou publica algo, você precisa ler e ter referencias, base para o assunto escolhido.
Nesse momento, você aprende, para depois falar a respeito, acrescentar, criticar ou mesmo para difundir, seja qual for o tema.

Mas, vamos lá, quais seriam os motivos?

Não existe nada mais fácil de manter.
Um blog é simples, muito simples, quase que você precisa somente, digitar e clicar em publicar.
Mas é claro que não é somente isso, com o passar do tempo, você vai procurando aprender e aprimorar cada vez mais.

Um blog, com certeza vai te ajudar a manter sua rede de contatos cada vez mais ativa e também maior.
Algo como uma apresentação, quem sabe um cartão de visitas?
Sim, um blog pode ser a sua apresentação, mostrar suas habilidades profissionais e qualificações.

O blog pode até mesmo, despertar em você o interesse por escrever.
Sim, um blog pode até mesmo fazer bem para o seu ego, te desafiar a estudar cada vez mais e assim, sempre melhorar o conteúdo.

Ganhar dinheiro?
Primeiro, para ganhar algum dinheiro você precisa jogar na loteria ou algo parecido.
Dinheiro vem é com conhecimento, dedicação, trabalho entre outras coisas bem parecidas.
Conseguir receita em um blog, pode ser  possível, com propagandas é claro.
Vendendo espaços, textos promocionais, indicações, etc.

Bom, fica assim.
Espero que alguém goste e mesmo que não goste, comente e faça contato!
Afinal, esse é um dos maiores desafios de um blog: aceitar e aproveitar as críticas.